sexta-feira, 17 de julho de 2015

De quem é a culpa?

Hoje vivo em um mundo sem escrúpulos onde a sociedade foi dominada por criminosos. Lembro da época em que eu era apenas uma menina. As pessoas riam, se cumprimentavam, tínhamos facilidade de sair a noite. Agora ao pôr do sol já estamos todos de portas fechadas, durante o dia trabalhamos com a dúvida se retornaremos para casa a noite.
Então me pergunto o que houve? Foi a corrupção ou a falta de educação? Muitos queriam adquirir paz com a guerra.
A tecnologia, por exemplo, surgiu para o bem, mas por fim atrapalhou. 
O que houve? Foi a corrupção ou a dureza de coração?
Nossa inteligência é algo muito bom, porém precisamos ter a sensibilidade de utilizá-la corretamente. 
Seriamos melhores se agíssemos como um só corpo, onde cada pequena célula faz sua parte. É preciso o respeito mutuo para que isso aconteça, mas o desejo de ser melhor que o outro parece ter sido maior do que a vontade de ajudar.
Enfim, se pudesse voltar no tempo, faria um grande apelo a sociedade, pedindo que fôssemos mais sensíveis e amássemos mais. 
                                Andressa Nascimento, aluna do 8º ano

quinta-feira, 16 de julho de 2015

O.M.E.N. (O mundo é nosso)

O mundo está diferente do passado, as ruas estão dominadas pelas legiões, cada ponto uma legião diferente e elas estão em guerra, o governo não manda mais.O O.M.E.N ( O mundo é nosso ) comanda a maior legião do mundo. A tecnologia está bem avançada e é usada para melhorar ainda mais as armas de destruição. As pessoas que não são de legiões estão se abrigando como pacifistas na terra e outras estão formando um pequeno grupo para tentar acabar com o O.M.E.N, para deixar as pessoas com mais escolhas. Eu estou nesse pequeno grupo, nós somos os maiores inimigos da legião O.M.E.N. apesar das perdas não paramos de tentar, já destruímos muitas pessoas, lutaremos até acabar com todos eles.
                                               Juliana Alves, aluna do 8º ano

Palavras de um futuro bom

Aqui estamos em 2030, muitas coisas mudaram. As pessoas mudaram, a tecnologia está muito mais avançada  e graças a isso os meios de comunicação melhoraram bastante. O mundo está melhor, as pessoas estão convivendo melhor, as cidades estão mais limpas, a água está cada vez melhor com a economia de todos. Por aqui está mais movimentado com muitas crianças brincando juntas, pessoas andam tranquilamente nas ruas sem se importar com a hora. As escolas estão cada vez melhores com conteúdos mais fáceis para o aprendizado de quem tem dificuldade e assuntos importantes para o futuro. 
                                                                 Dejane Rodrigues, aluna do 8º ano

E em 2030, como será?

Pensar no futuro é natural em nós, é como alimentar a esperança em dias melhores, em tardes de sol, em presenças eternas. Imaginemos, então, como será em 2030. Como seremos nós? Como estará o mundo?

Dias Melhores
Jota Quest

Vivemos esperando
Dias melhores
Dias de paz, dias a mais
Dias que não deixaremos
Para trás

Vivemos esperando
O dia em que
Seremos melhores
Melhores no amor
Melhores na dor
Melhores em tudo

Vivemos esperando
O dia em que seremos
Para sempre
Vivemos esperando
Dias melhores pra sempre
Dias melhores pra sempre (pra sempre!)

https://www.youtube.com/watch?v=SGiy-GHYix8

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Motorista aos sete anos

Lembro como se fosse hoje... Minha mãe me chamando no quarto para mostrar algo que ela havia trazido para mim ao vim do trabalho, como sempre acontecia ! Eu corri para o quarto , esperava que fosse algo de comer, pois, ela sempre passava na padaria. Quando sentei na cama, no cantinho da parede, lá estava ela pegando uma grande caixa do armário, a caixa era bonita. Meus olhos brilhavam, era como se as flores do papel de presente refletissem nas minhas pupilas, naquele momento eu senti que a minha vida mudaria conforme aquele laço de desfazia. Ela tirou um pacote de dentro da caixa e colocou em minhas pequenas mãos, parecia ser ainda maior perto de mim, quando abri, meu coração parecia sair pela boca de tanta felicidade, era um patins ! Senti-me como se eu tivesse tirado a carteira de motorista. Mas lá estava eu, uma criança com apenas 7 aninhos a calçar seu primeiro automóvel. Levantei e rapidamente minha mãe me segurou, mas eu como sempre me sentido confiante, soltei a mão dela, as rodinhas começaram a cantar igual a mochila que eu levava pra escola. Em um rápido pensamento percebi que no meu automóvel não tinha um pedal de freio, minha confiança se foi em uma pedrinha que entrou no caminho de minhas rodinhas. Fui parar no chão, por fim minha mãe achou que foi uma péssima ideia, por eu ter ficado toda ralada.
                                                                                             Chystal Cordeiro 

Memórias de um apaixonado

Há muito tempo desisti de amar, pois, na minha adolescência amei loucamente aquela pessoa com olhos verdes , cabelos brancos e uma pele macia . Eu a conheci em uma noite fria e com apenas a luz do luar. Segurei em suas mãos firmemente, olhei bem em seus olhos e lhe pedi que se casasse comigo, porque há muito tempo vinha lhe observando, me apaixonei, foi amor a primeira vista. E depois de um ano nos casamos, estávamos muito felizes, mas fui abandonado pela sorte, ela faleceu e hoje aqui em frente ao seu túmulo eu choro e lembro-me dela ...
                                                                                           Isadora de Lima

terça-feira, 14 de julho de 2015

Memórias de um quase morto

Estava dormindo e quando acordei percebi que estava num lugar quente e apertado. Não conseguia movimentar meu corpo nem ao menos respirar direito. Notei que estava em um lugar feito de madeira... um caixão! Fui enterrado vivo. Estava me sentindo horrível e com medo. Depois pensei que era apenas uma brincadeira ou pegadinha de alguém. Até que se passaram 13 horas. Liguei para a polícia que rastreou meu celular e me encontrou. Fiquei muito feliz. 
                                              Augusto Domiciano, aluno do 8º ano
                                                         

Recordações de uma infância

Naquela casa pequena em que eu morava, não tinha lugar para guardar os brinquedos que tanto amava. No canto uma bicicleta velha que tinha ganhado, com os pneus murchos, sem freio, sem cor. Mas havia nela uma coisa de valor...as rodinhas que me ajudaram a andar.
Meu vizinho tinha uma filha que era minha melhor amiga (ainda é até hoje). Ela queria andar de bicicleta, mas a minha não estava em boas condições. Seu pai vendo aquilo resolveu reformar-la, depois disso não paramos mais de andar. Todas as tardes nossos pais nos levavam para brincar.
Certo dia de frio fui me aquecer pedalando. Apostei corrida com minhas colegas, a frente haviam dois carros, tentei subir na calçada e não consegui. Bati meus rosto na lixeira, rasguei o nariz, saiu muito sangue. Desde então já não tenho mais a mesma coragem de correr de bike. 
                                                                                                                                              Kaizia Lima, aluna do 8º ano

Memórias

O que é o gênero textual Memórias? São textos que tem como característica principal a recordação de um acontecimento. O narrador faz memória de fatos como se seu olhar pudesse voltar ao passado e observar novamente aquela cena. Este novo olhar trás em si sentimentos de alegria, arrependimento, medo... isso faz com que o mesmo episódio seja contado de maneira diferente dependendo da emoção do autor. Na literatura, as Memórias podem ser reais ou fictícias, contados por um narrador- personagem (na maioria das vezes) ou narrador-testemunha. Alguns exemplos de memórias são os livros: Dom Casmurro, de Machado de Assis; Memórias de um sargento de milícias, de Manuel Antônio de Almeida; Memórias do Cárcere, de Graciliano Ramos. Dessas, apenas a última é uma Memória de fatos realmente vividos pelo autor.

Depois de semear este gênero na cabeça dos meus futuros astronautas, colhi alguns textos que estarão nas próximas postagens. 

domingo, 12 de julho de 2015

Nosso blog

As palavras estão por aí, passeando na calçada da nossa imaginação. Ao se encontrarem umas com as outras são capazes de tomar uma nova forma. Sozinhas podem dizer pouco, mas, tecidas, entrelaçadas, envolvidas, dizem quase tudo.